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21 de Fevereiro de 2011

SPAM – Como garantir qualidade e entrega nas campanhas de email marketing

Victor Popper, diretor comercial da All in Mail, sugere cuidado ao interpretar o CAPEM – código de autorregulamentacão para a prática de email marketing. Segundo Popper, a definição do que é ou não Spam deve ser extensiva a forma como os webmails irão analisar sua campanha, ou seja, de acordo com a quantidade de reclamações recebidas pelos usuários.

No código do CAPEM está escrito:

1 – Para quem posso enviar email marketing?
O Código estabelece que as bases devem ser opt-in ou soft opt-in. Ou seja, os destinatários devem ter solicitado o recebimento das mensagens enviadas (opt in). Ou, o remetente deve ter uma relação comercial ou social prévia e comprovável com o destinatário (soft opt-in)

Se a sua empresa vem realizando ações de email marketing para uma base de destinatários que não se enquadra nas situações acima é preciso adequar-se. Uma sugestão é realizar uma campanha para que seus destinatários confirmem a intenção de continuar recebendo seus emails. Ou seja, transformá-los em opt in. E isso deve ser feito o quanto antes, pois o código entrará em vigor em poucos dias.


2 – Posso realizar um primeiro envio para obter a permissão do destinatário para envios posteriores?
Não. Uma vez que o código esteja oficialmente publicado, não serão permitidas ações para bases que não sejam opt-in ou soft opt-in.


A questão em destaque aqui é: Quem interpretará corretamente o Soft Opt In?

O Gmail (google), Yahoo, Hotmail (Microsoft) vão analisar a sua campanha e se o seu usuário estiver reportando o seu email como SPAM, não adianta dizer que ele passou em frente a sua loja ou que ele se cadastrou no seu site…. sua reputação vai cair e dificilmente você poderá ligar  para o Yahoo e explicar que isso é Soft Opt In.

Não se baseiem apenas em códigos e leis pra lá e pra cá, já que os webmails agem como bem entendem. Mandem email apenas Opt In e assim garantam a qualidade de suas campanhas e seus domínios. Uma vez que seu domínio entre em uma Black List da Spamhaus, por exemplo, será praticamente impossível um email seu cair na caixa de entrada.

21 de Agosto de 2008

Brasil é 4º maior em spam, diz Symantec

Internautas brasileiros estão entre os que mais disparam mensagens indesejadas.

O Brasil alcançou o índice de quarto maior distribuidor de emails indesejados em todo o mundo no mês de julho. Em abril, o país figurava na quinta posição, segundo acompanhamento da empresa norte-americana Symantec.

O estudo, divulgado nesta quinta-feira, mostra que o total de spams entre as mensagens de correio eletrônico de todo o mundo saltou 12 pontos percentuais em julho deste ano sobre igual mês do ano passado.

Segundo a pesquisa, 78 por cento de todas as mensagens que trafegaram na Internet em julho eram spam.

No mês passado, o Brasil foi o quarto maior distribuidor de spam em todo o mundo, atrás apenas de Estados Unidos, Turquia e Rússia.

O Brasil gerou 4 por cento de todas as mensagens indesejadas do mês –mesmo volume de junho–, enquanto os Estados Unidos emitiram 27 por cento delas e Turquia e Rússia enviaram, cada um, 7 por cento de todos os spams.

Em junho, os EUA enviaram 28 por cento de todos os spams, seguidos por Rússia (7 por cento), Turquia (6 por cento) e China (4 por cento).

Michel Araújo
CTO da All in Media
 
 
 
 

 

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12 de Julho de 2008

Nova tendência entre os spammers

Conforme a Spamhaus informou em seu site, o e-mail “devolvido” é um dos truques mais usados pelos spammers atualmente e de acordo com a Symantec tem sido a técnica que mais cresceu nos últimos tempos.  

Em vez de incluir o endereço do destinatário na linha “Para”, os spammers o colocam na linha “De”. Em seguida, enviam a mensagem a um servidor, usando como destino uma caixa postal inventada a esmo.  A mensagem bate no servidor e como o destinatário não existe, é devolvida ao “remetente”.

Neste caso existe uma dose bem calculada de engenharia social. A pessoa que recebe um e-mail devolvido fica no mínimo curiosa para saber por que a mensagem retornou a sua caixa de entrada, a quem ela se destinava e qual era o seu conteúdo. Naturalmente, pode ser algo importante que não chegou ao destino, mas ao fazer esta verificação, ela acaba cumprindo o objetivo do spammer, que é ler a mensagem.

A Symantec alertou também que esta prática não é prevista dentro de muitas heurísticas de caixas anti-spam, pois muitas consideram que o e-mail de retorno deve cair obrigatoriamente na caixa de entrada do usuário para alarmar que um envio efetuado por ele não foi bem sucedido.

Michel Araújo
CTO da All in Media