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15 de Agosto de 2011

Redes sociais e email marketing: Como eles podem aumentar a visibilidade de sua empresa?

Cada vez mais ouvimos falar do importante papel desempenhado pelas redes sociais, uma vez que 85% dos brasileiros usuários de internet se utilizam delas. De olho nessa importante fatia do mercado consumidor nacional, empresas que atuam no ambiente digital querem aproveitar a audiência dessas redes para conquistar clientes, mas qual a melhor maneira de se inserir nesse mercado? É isso que a All In explica para você no post de hoje.

A palavra de ouro para o sucesso de campanhas feitas pela internet é integração. Uma boa alternativa é conectar suas mensagens de email marketing às redes sociais, você oferece ao usuário a opção de compartilhar o conteúdo enviado por estes canais. Sendo assim sua mensagem não atinge mais somente aquele usuário para o qual você enviou o email, mas consegue alcançar todas as pessoas que estão, de alguma forma, conectadas a ele. Sua ação ganha uma repercussão muito maior.

É importante que seus emails disponibilizem links que levem os usuários não apenas para seu site, mas também para seu blog, Facebook, Twitter, canal no Youtube, etc. Afinal quem manifestou o interesse de receber seus e-mails, pode estar interessado em outros conteúdos que você tem a oferecer. Aproveite para divulgar novidades e conquistar ainda mais visibilidade e engajamento( amigos, fãs, seguidores…).

Muitas ações em redes sociais podem não ser uma forma de publicidade direta, já que você não está efetivamente vendendo seus produtos através delas, mas essa relação é muito importante para criar uma identificação do usuário com a sua empresa. Quando uma pessoa entra na sua rede social, passa a interagir com as ações da sua marca, criando um relacionamento de confiança.

Abrir espaço para que ele possa emitir comentários e opiniões é sempre muito importante. No ambiente digital a comunicação passa a ser bilateral, ou seja, tanto as empresas como os consumidores tem o direito de falar. Ouvir o cliente sempre foi e sempre será a melhor maneira de avaliar o resultado de suas campanhas, afinal o cliente tem sempre a razão!

04 de Agosto de 2010

E-mail marketing irá morrer?

Constantemente ouvimos alguns pessimistas afirmarem que o e-mail marketing irá acabar por causa do surgimento das redes sociais e novas formas de comunicações, mas muitos ignoram números importantíssimos do mercado e também ignoram o fato de que o e-mail continua a desempenhar um papel vital na comunicação entre as pessoas e entre as empresas e os consumidores.

De acordo com a SenderBase.org, organização da Cisco para monitoramento do trafego global de e-mails, o e-mail é utilizado para comunicação pessoal com muito mais regularidade do que as redes sociais e o trafego anual de emails passa dos 2 trilhões de mensagens.

Outro ponto interessante foi o censo sobre e-mail realizado pela Econsultancy, neste censo, a maior parte das empresas atingiu ROI superior a qualquer outra mídia online.

Se retirarmos do volume total de e-mails trafegado o envio de spam, que pode chegar a 90% do tráfego global de e-mail, nós podemos verificar que o trafego mensal ainda é infinitamente superior a qualquer ferramenta de mídia social, já que o Twitter só recentemente chegou ao POST de número 20 bilhões.

Tudo bem que temos que concordar que as redes sociais ainda estão  no inicio, mas o que nos faz crer que os outros meios como e-mails e MSN não irão morrer por causa desta nova forma de se comunicar?

Simplesmente pela natureza de cada uma.

Hoje os POSTS em redes sociais, por natureza, têm um caráter mais público, por mais que existam sistemas que garantam a privacidade dos usuários. Já no e-mail, todas as mensagens trocadas são privativas e teoricamente seguras. Também vale mencionar que hoje as caixas postais têm um poder de armazenamento bem superior, com buscas mais efetivas e organização superior a qualquer outra ferramenta de social media.

Outro ponto interessante sobre o e-mail é a natural facilidade de comunicação entre os vários serviços de e-mail, coisa que não existe entre as redes sociais. Hoje um usuário do Twitter não consegue se comunicar com naturalidade com um usuário do Orkut. Este tipo de comunicação sempre existiu com naturalidade no serviço de e-mail, graças ao seu protocolo global, usuários do Gmail podem falar com usuários do Hotmail com uma naturalidade tão grande que ninguém consegue imaginar como seriam os serviços de e-mail se esta facilidade não existisse.

Tudo isso garante ao e-mail uma vida longa e próspera, mas é claro que não podemos deixar de lado, todo o poder de fogo e crescimento das mídias sociais, principalmente na hora de montar uma estratégia de e-mail marketing.

Por isso nunca se esqueça que é sempre importante na hora de procurar uma ferramenta de e-mail marketing, focar em soluções que forneçam fácil integração com as redes sociais.

No próximo artigo iremos fornecer mais números esclarecedores sobre o trafego global de e-mail marketing.

Michel Araújo
CTO ALLINMAIL
Link: http://www.allinmail.com.br

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16 de Outubro de 2009

Rede social é boa ou ruim para as empresas?

Nova mídia traz riscos e oportunidades. O segredo do sucesso está na uso inteligente de sites como Twitter, Facebook e Orkut.

As mídias sociais parecem café. É muito fácil achar estudos que mostram que elas fazem mal, assim como pesquisas que enfatizam que elas fazem bem para empresas. Antagônico? Não. Da mesma maneira que ocorre com a bebida, as redes sociais são estimulantes poderosos, só que contém propriedades que viciam, se consumidas sem controle.

Um caso exemplar de falta de jeito com redes sociais nos negócios ocorreu no ramo da construção. Conta o diretor de marketing, Romeo Busarello da Tecnisa, uma construtora concorrente anunciou o lançamento de um grande empreendimento para o dia seguinte pelo Twitter. “Era uma informação estratégica que normalmente não seria divulgada.” De posse do dado, em 24 horas, a Tecnisa armou uma verdadeira operação de guerrilha.

No dia do lançamento da concorrente, encheu as ruas da região com promotores, distribuiu folhetos em cruzamentos, anunciou na mídia e deu um bônus de incentivo para corretores que levassem clientes para o seu novo condomínio. A ação ofuscou os planos de sucesso da construtora adversária.

Não é por acaso que muitos acham que as redes sociais trazem riscos para as empresas. Somente 10% de 1,4 mil CIOs de empresas com cem ou mais funcionários permitem amplo acesso da empresa às redes sociais. O estudo da consultoria Robert Half Technology mostra que 54% bloqueiam totalmente o acesso a sites como Facebook, Youtube e Twitter. Vários estudos anteriores mostram resultado semelhante. O medo maior é queda na produtividade e vazamento de informação estratégica, como ocorreu com a concorrente da Tecnisa. “Há um ano, eu era favorável à ampla utilização das redes sociais internamente, mas, hoje, sou contra”, diz Busarello.

É uma declaração polêmica para uma das empresas que mais exemplificam o bom uso da web 2.0 nas estratégias de negócio. A construtora está em vários sites deste tipo e consegue tirar resultados em todos. Recentemente, vendeu até um apartamento pelo Twitter. A maior preocupação deve ser com as pessoas e a estratégia do uso. Busarello dá outra lição. “Não são todos os funcionários que podem tirar proveito das redes sociais e trazer resultados para o negócio”, comenta.

É exatamente esse potencial para o risco e para as oportunidades que gera tanto estudo com resultados diferentes. A pesquisa Beeline Labs and the Society for New Communications, conduzida pela Deloitte com 400 das maiores empresas americanas, descobriu que 94% delas manterão ou iniciarão estratégias em redes sociais em 2009. Somente 4% não querem nem entrar nesse mundo.

Na Tecnisa, o uso de sites sociais é restrito a alguns departamentos, como a informática, o atendimento e o pessoal que faz relação com investidores. Atualmente, dos 280 funcionários, somente 25 têm acesso liberado. Entre eles, há um gerente de mídias sociais que passa o dia inteiro monitorando sites como o Orkut e o Twitter. Foi ele que descobriu a informação do concorrente.

“As pessoas podem passar 50 minutos conversando bobagem na internet, isso é ruim para o negócio. Da mesma forma podem gastar duas horas discutindo em fóruns e blogs internos, e isto é bom”, explica Busarello. Para ele, saber lidar com redes sociais não é ser impetuoso ao ponto de desembestar-se a conversar com todos sobre tudo o tempo todo. É realmente como o café, entre um aviso de uma possível gastrite e um conselho para estimular as atividades, consuma com moderação.

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